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Entretenimento

Iza, Anitta, Marina Sena e mais estrelas do pop fortalecem bom momento do reggae no Brasil

maio 11, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Iza, Anitta, Marina Sena e mais estrelas do pop fortalecem bom momento do reggae no Brasil
Mar + Vin / Divulgação – Divulgação – Gabriela Schmidt / Divulgação
“Caos e sal / Tão bonito”, de Iza; “Deus existe”, de Anitta em parceria com Ponto de Equilíbrio; e “Combo da Sorte”, de Marina Sena, têm algo em comum. As três são músicas de grandes estrelas brasileiras da música pop atual e que apontam para um novo bom momento do reggae no Brasil.
Nesta segunda-feira (11) é celebrado o Dia Nacional do Reggae. O gênero musical aparece como o penúltimo tipo de música preferida dos brasileiro segundo dados de um estudo inédito da Globo em parceria com a Quaest. De acordo com o ranking, ele só perde para o pop internacional.
Mas as músicas citadas acima comprovam que o estilo pode estar voltando a ficar em evidência.
Claro que o uso da influência jamaicana em outros gêneros musicais não é uma novidade no país. Mas o fato de diversos artistas de estilos mais populares usarem o reggae como referência em suas músicas em uma mesma época aponta para uma tendência.
As três artistas não são as únicas a usarem as batidas jamaicanas em seus projetos. Em 2025 MC Cabelinho lançou a faixa “Rastafari”. E canções do bem-sucedido projeto “Dominguinho” (como “Ligação estranha” e “Dois Mundos”, que integram o segundo volume do trio) são mais alguns exemplos.
“Estou achando isso muito louco. Às vezes a gente se pergunta se os conteúdos que estamos vendo estão ali por causa da nossa bolha. Mas não. Está todo mundo se voltando para essa história maravilhosa que é o reggae no nosso país, que se veste de outras formas, como o Olodum, como o xote e várias outras vertentes. Fico muito feliz que está todo mundo muito ligado no reggae”, afirmou Iza em recente entrevista ao g1 ao falar sobre o momento de valorização do reggae nacional. A artista planeja um álbum todo voltado para o gênero.
“A música é cíclica. As coisas vêm em ondas, desaparecem por um tempo e, aí, ressurgem. O reggae e toda a música jamaicana têm uma influência enorme na música brasileira. Porque da cultura jamaicana, vem o lance dos paredões, que é muito forte aqui no Brasil. E tem uma série de gêneros e subgêneros da música eletrônica que hoje estão muito em voga, que também têm uma influência direta da cultura jamaicana”, analisa Guilherme Guedes, jornalista e apresentador do Multishow.
“E acho que a gente tem vivido esse momento também da música que busca uma conexão, uma sonoridade mais orgânica ou uma conexão mais espiritual em alguns casos, e que tem uma conexão direta com o reggae”, completa Guilherme.
Produtora executiva da banda Tribo de Jah, que celebra 40 anos de carreira, Juliana Beydoun encara de forma positiva o flerte de grandes artistas do pop com o reggae.
“Isso mostra a força e a relevância que o reggae continua tendo dentro da música brasileira e como ele segue alcançando novas gerações e públicos diferentes.”
Banda maranhense Tribo de Jah celebra 40 anos de carreira com turnê nacional
Divulgação/Assessoria
“Também é muito importante ver uma nova geração de artistas surgindo dentro do reggae e artistas de outros segmentos dialogando com essa sonoridade. Isso reforça que o reggae continua vivo, relevante e com um público muito fiel consumindo o ritmo”, completa Juliana.
E por falar em público fiel, muitos fãs do gênero protestaram nas redes sociais da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, na última semana, após a divulgação de um cartaz com o anúncio de algumas das atrações da Virada Cultural 2026. No texto, não havia nenhum nome do reggae, o que fez o público questionar a presença do gênero na festa que acontece nos dias 23 e 24 de maio, em São Paulo.
A secretaria se manifestou e informou que, no site do evento, é possível encontrar a programação completa, que conta com nomes do gênero como Mato Seco, Quinta Rasta, Radiola Reggae, além do artista franco-espanhol Manu Chao.
Falta um grande hit?
Para Guilherme Guedes, o que talvez falte para consolidar este atual bom momento do reggae no Brasil seja um hit ou uma música que marque essa geração.
“[Falta] uma música que estoure. Um reggae feito aqui no Brasil, seja por quem for, que entre para as paradas e de fato consolide esse momento.”
“Mas acho que, da mesma forma que a gente viu nos anos 1990, vários artistas despontando, como Edson Gomes, Cidade Negra e Natiruts, — ou até outros artistas com influência do reggae, como o Rappa — a gente tá vendo agora um novo momento entre artistas já consolidados explorando a sonoridade do reggae”, analisa Guedes.
Reggae no mainstream
Natiruts se apresenta no João Rock 2025, em Ribeirão Preto (SP)
Érico Andrade/g1
A presença de um hit seria importante para selar a nova fase, pois ajudaria a dar visibilidade ao gênero que está longe de aparecer entre as músicas mais tocadas nas rádios e plataformas digitais. Antes dominado pelo sertanejo, os rankings, atualmente, estão com o funk compondo as primeiras posições.
Na última semana, a faixa mais tocada de reggae aparecia somente na 134ª posição. A música era “Tudo vai dar certo”, do Natiruts, banda que surpreendeu muita gente ao lotar estádios e arenas por todo o Brasil em sua turnê de despedida entre 2024 e 2025.
Mas a ausência do estilo no mainstream não diminuiu a força e a influência do reggae na música brasileira.
E inclusive vai de encontro com uma das frases de uma das maiores estrelas do gênero. Quando comparado a Mick Jagger, Bob Marley dizia que “reggae não é twist”, para defender que o gênero não é focado em ser dançante, mas em trazer uma mensagem. Faixas que falam sobre paz, amor, liberdade, resistência, justiça social e união estão no cancioneiro do artista.
Claro que, com o tempo, ao atingir o sucesso comercial, o gênero acaba ganhando outros desenhos e perdendo um pouco de suas características. Assim como já aconteceu com outros gêneros ou bandas de natureza mais questionadora.
“Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Nirvana, que era algo que fazia o Kurt Cobain sofrer muito. Porque quando o Nirvana fez o sucesso comercial lá com o álbum de 1991, o Kurt começou a ver na plateia dos shows justamente as pessoas e os comportamentos que ele mais desprezava e criticava nas músicas. Mas as pessoas estavam ali só pelo som”, relembra Guilherme Guedes.
“E o reggae acaba causando isso também. Porque às vezes tem uma mensagem política, uma mensagem social mais impactante, mais forte nas letras. Mas a partir do momento que o som se massifica e as pessoas estão ali mais pela vibe, pelo som tranquilo, pela harmonia entre os instrumentos, isso acaba perdendo a essência.”
“Quando um gênero qualquer se massifica, ele perde muito da sua essência e muitas vezes ele vira apenas uma estética.”
Nomes consolidados ampliam espaço
Edson Gomes se apresenta no Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
A boa fase ainda fortalece os nomes já consolidados do gênero e que não perderam essa essência citada por Guilherme. Um dos maiores marcos deste momento foi o convite para Edson Gomes se apresentar no Lollapalooza 2026. O show do cantor foi ofuscado pelo de Sabrina Carpenter, que se apresentou no mesmo horário do artista brasileiro.
Com isso, a atração teve a presença fraca de fãs – porém claramente fiéis. Mas o barulho gerado com o anúncio do nome do artista no festival mostrou que os olhos estão se abrindo novamente para o gênero. E que esse intercâmbio era esperado há anos.
Se a expectativa do público de Edson no Lolla era enorme, o Natiruts foi na linha inversa e surpreendeu muita gente ao lotar estádios e arenas com seus shows de despedida. A demanda foi tão alta que fez com que o grupo abrisse novas datas da “Leve com você”, ampliando o tempo de estrada da turnê, que foi anunciada em 2024. O último show aconteceu em agosto de 2025.
Provando o atual interesse no gênero, “Sorri, sou rei”, um dos maiores sucessos da banda, virou MTG. Conhecido pela técnica de colagem musical de grandes hits, DJ Topo fez uma versão da faixa da banda em janeiro de 2026.
Com 40 anos de carreira, o Tribo de Jah viu a demanda de shows crescer com a nova fase. “A banda sempre teve uma agenda forte de shows durante todo o ano, circulando de norte a sul do país, em grandes palcos e festivais, mas percebemos um interesse cada vez maior pelo reggae nos últimos tempos, inclusive em eventos e espaços que antes não costumavam abrir tanto espaço para o gênero”, afirma Juliana Beydoun.
A produtora executiva do grupo destaca, ainda, que a banda, atualmente, está presente não somente em festivais ligados ao reggae, mas também em grandes festas populares e tradicionais do calendário brasileiro, como o Carnaval e o São João. “Isso mostra que o reggae deixou de ser visto como um estilo sazonal ou de nicho e passou a ocupar espaços cada vez mais amplos dentro da cultura e do entretenimento no país”, afirma.
Ainda este ano, a banda Maneva vai rodar o país com sua turnê comemorativa de 20 anos. O grupo tem o projeto “Tudo vira reggae”, no qual transforma músicas de diversos gêneros musicais [como sertanejo, rock, mpb e pop] em reggae.
A ideia do projeto surgiu de uma live que aconteceu na pandemia de coronavírus. “A gente não imaginou que a repercussão ia ser tão grande, que a gente ia ter um acolhimento do público tão grande. E a gente não teve outra opção senão transformar essa live num registro”, contou Tales de Polli, vocalista do Maneva, ao g1, na época.
Seis anos após a criação do álbum, o “Tudo vira reggae” acaba se conectando com o atual bom momento do gênero e, talvez, batizando essa nova era.
Maneva se apresenta no João Rock 2025, em Ribeirão Preto (SP)
Érico Andrade/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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