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Home»Entretenimento»Ana Paula Maia, finalista do Booker Prize 2026: ‘Sempre estive muito na contramão da literatura brasileira’
Entretenimento

Ana Paula Maia, finalista do Booker Prize 2026: ‘Sempre estive muito na contramão da literatura brasileira’

maio 19, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Ana Paula Maia, autora de ‘Assim na terra como embaixo da terra’
Reprodução
A escritora Ana Paula Maia cultiva há 23 anos um gênero incomum no Brasil: o terror literário. Agora o International Booker Prize, um dos prêmios mais prestigiosos do mundo, pode torná-la a primeira vencedora latino-americana.
Ana Paula é uma das finalistas da premiação com o romance “Assim na terra como embaixo da terra”. A brasileira concorre com:
Shida Bazyar, escritora alemã (“The nights are quiet in Theran”)
Rene Karabash, escritora búlgara (“She who remains”)
Daniel Kehlmann, escritor alemão (“The director”)
Marie NDiaye, escritora francesa (“The witch”)
Yáng Shuāng-zǐ, escritora taiwanesa (“Taiwan Travelogue”)
Publicado em 2017, o livro “Assim na terra como embaixo da terra” explora a vida de pessoas que trabalham à margem da sociedade brasileira.
“Uma novela curta brutal, inquietante e hipnótica ambientada em uma colônia penal remota no Brasil, onde os limites entre justiça e crueldade se confundem. Concisa, implacável e sem concessões”, afirmou o júri sobre a obra, após o anúncio dos finalistas.
O júri destacou que Maia, autora de sete romances, venceu o Prêmio São Paulo de Literatura em dois anos consecutivos, com “Assim na terra como embaixo da terra” (2018) e “Enterre Seus Mortos” (2019).
A obra vencedora será anunciada nesta terça-feira (19), às 18h, em uma cerimônia que acontece no museu Tate Modern, em Londres. O prêmio é de 50.000 libras (cerca R$ 360 mil), dividido igualmente entre o autor e o tradutor da obra.
O Booker International Prize, que premia obras traduzidas para o inglês e completa dez anos, ainda não teve vencedores em língua espanhola ou portuguesa. Em 2025, o prêmio foi concedido à indiana Banu Mushtaq.
Para esta edição, a comissão avaliou uma seleção inicial de 128 obras, apresentadas por editoras e publicadas no Reino Unido entre 1º de maio de 2025 e 30 de abril de 2026.
“Nunca teve tanta gente caçando gente”
“Assim na terra como embaixo da terra”, livro de Ana Paula Maia
Reprodução/Instagram
O júri do prêmio britânico, criado uma década atrás para obras de ficção traduzidas para o inglês, descreveu seu romance “Assim na terra como embaixo da terra” como “brutal, inquietante e hipnótico”.
Em apenas cem páginas, Maia narra os últimos dias de uma colônia penal brasileira, um local isolado usado para separar os prisioneiros da sociedade, onde o diretor caça os detentos como animais.
Há vísceras, sangue e homens que se movem entre a resignação e o desespero. E uma crueza que, diz ela, não é pior que a do mundo atual.
“Nunca teve tanta gente caçando gente”, diz por videoconferência de sua casa em Curitiba, no Paraná, em referência à experiência dos imigrantes em alguns países, sem nomeá-los.
A escritora, de 48 anos, nasceu em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Filha de uma professora de literatura e de um dono de bar, cresceu cercada de homens, assistindo faroestes de Sergio Leone e Clint Eastwood.
É de onde vem sua fascinação por personagens masculinos duros, presos em sistemas que os esmagam, como o protagonista de “Assim na terra”, Bronco Gil, fruto do estupro de uma indígena por um branco.
Autora de sete romances publicados em países como Argentina, Alemanha, França e Itália, ganhou com este livro o Prêmio São Paulo de Literatura, um dos principais do país, em 2018. Ele foi traduzido para o inglês e o espanhol.
O que significa para você ser finalista desse prêmio?
Ana Paula: Sempre estive muito na contramão da literatura brasileira, sempre produzi coisas diferentes, coisas esquisitas. O terror literário não é uma tradição no Brasil, é uma tradição na Argentina, no Chile. Para quem faz esse gênero, chegar até aqui é grandioso. Agora é que eu sinto que a ficha está caindo.
A colônia penal do seu romance pode funcionar como uma alegoria do mundo exterior?
Ana Paula: Sim, hoje eu acho que o livro é uma representação do que a gente vive nessa vida. Vivemos tranquilamente numa colônia penal: sempre fugindo de algo, tentando sobreviver, com perigos e injustiças.
O terreno da colônia penal foi antes uma fazenda escravagista. Essa conexão entre prisão e escravidão foi proposital?
Ana Paula: Quando comecei a pesquisar sobre o sistema carcerário, foi impossível não associá-lo à escravidão. Um navio negreiro e uma cela de presídio é a mesma coisa, só muda a época. Pensei muito nas Américas: tudo está cruzado pela escravidão. A população carcerária em sua maioria é preta. Não posso falar de um sistema punitivo sem falar de quem foi massacrado.”
A tradução para o inglês chega a um mundo bastante diferente do de 2017.
Ana Paula: “Acredito que faz mais sentido hoje do que quando foi lançado. Nunca teve tanta gente caçando gente. A gente tem vivido uma caçada humana. Os imigrantes têm sido muito caçados. Antes eu não via isso, pessoas sendo caçadas mesmo. É muito maluco.
E eu acho que tem uma questão mágica nisso tudo: às vezes escrevo coisas que depois ocorrem. Escrevi ‘Enterre seus mortos’ antes da pandemia e o livro tem indícios de que algo estava ocorrendo no mundo.
Seus romances têm protagonistas exclusivamente masculinos. Como você constrói esse olhar?
Ana Paula: “Às vezes a gente se prende muito no que se supõe que devemos pensar ou sentir: se você é uma mulher, você tem que pensar desse jeito. Isso faz parte do próprio sistema. Te esmaga, te fecha, te enfia dentro de uma caixa, tranca e joga a chave fora. Eu trabalho com expansão de consciência. Quando escrevo, eu subo no alto de um prédio, de uma montanha. É a partir daí que posso ampliar o olhar.
Por isso, embora termine cada livro muito esgotada, sinto saudade desse lugar. A cada dois ou três anos volto a visitar o Bronco Gil e o Edgar Wilson [personagens recorrentes em sua obra]. É minha família, onde eu volto para casa.”
Ana Paula Maia, autora de ‘Assim na terra como embaixo da terra’
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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